
História & Arquitetura
Descubra as maiores obras de arquitetura e heranças do património mundial, cheias de historia e conhecimento.

Lisboa e Arredores
Uma viagem pelos grandes sitios com a melhor culinária do pais. Incluei visita no percurso X, Y, Z com paragens em A, B, C,

Palácio de Monserrate
O Palácio é conhecido por sua aparência exótica, com cúpulas de inspiração indiana, arcos em estilo mouro e detalhes góticos. O interior é ricamente decorado com estuques, colunas de mármore, arabescos e motivos florais que se harmonizam com a natureza ao redor. Os Jardins de Monserrate são um espetáculo à parte. Ocupam cerca de 33 hectares e foram desenhados para abrigar espécies botânicas de todo o mundo: México, Japão, Austrália, entre outros. Dividido por áreas temáticas, o jardim tem lagos, cascatas, ruínas falsas e percursos sinuosos que conduzem o visitante por um cenário de sonho.

Palácio Nacional de Queluz
Iniciada sua construção em 1747 e conhecido como o «Versalhes português», é exemplo do estilo rococó, barroco e neoclássico, sendo um dos últimos grandes palácios construídos na Europa antes da Revolução Francesa. Os jardins de Queluz são formais e bem cuidados, com influência dos jardins de Versalhes. Estátuas mitológicas, lagos ornamentais e fontes barrocas decoram os espaços.. Destaque para o Canal dos Azulejos, que era usado para passeios de barco da família real, além do memorial que está abrigado no emblemático Quarto Dom Quixote, onde nasceu e morreu D Pedro I do Brasil.

Palácio Nacional da Ajuda
O Palácio Nacional da Ajuda é um majestoso exemplo da arquitetura neoclássica portuguesa. Antiga residência da família real, o palácio impressiona com seus salões ricamente decorados, coleções de arte, tapeçarias e mobiliário da época. Uma verdadeira viagem ao passado, ideal para quem deseja conhecer de perto a história da monarquia portuguesa. Anexo está o Museu do Tesouro Real, onde mais de mil peças podem ser apreciadas, incluindo ourivesaria, joalharia, mobiliário, têxteis, pintura e papel, organizadas em onze núcleos temáticos que explicam a sua origem, bem como o seu valor artístico e simbólico.

Convento de Cristo
Iniciado no século XII (c. 1160) sob a tutela dos Templários e completado em várias fases até o Manuelino. Património da UNESCO, este antigo castelo templário transformado em convento exemplifica símbolos da Ordem de Cristo. Destacam-se o Charola, de inspiração românica, e os claustros manuelinos ricamente trabalhados. Um mergulho na história medieval envolto em arquitetura singular.

Mosteiro da Batalha
O Mosteiro da Batalha foi mandado construir pelo rei D. João I, em agradecimento à Virgem Maria pela vitória na Batalha de Aljubarrota (1385), que assegurou a independência de Portugal face a Castela. A obra começou em 1386 e durou quase dois séculos, envolvendo sete reis e diversos arquitetos. É um dos melhores exemplos do gótico tardio português, com fortes influências do estilo manuelino (ornamentado, marítimo e simbólico). O conjunto impressiona pela grandiosidade e detalhe das suas esculturas e vitrais.

Mosteiro de Alcobaça
Fundação iniciada em 1153, por ordem de D. Afonso Henriques, sendo concluído e ampliado nas décadas seguintes. Foi o primeiro grande mosteiro cisterciense em Portugal. A nave imponente, os túmulos de D. Pedro e D. Inês, e a pureza artística do espaço tornam-no um marco de elegância espiritual.

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